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Para-raios (SPDA) /

Meu prédio precisa de para-raios? Como funciona a análise de risco do SPDA

"Meu prédio é baixo, então não precisa de para-raios." "O vizinho tem um, então estamos protegidos." Essas são duas das ideias mais comuns, e as duas podem estar erradas. A necessidade do para-raios, tecnicamente chamado de SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas), não se decide no olho: ela sai de uma análise de risco feita conforme a norma técnica.

O que define se o SPDA é necessário

A série de normas ABNT NBR 5419 estabelece um método de gerenciamento de risco. Ele considera, entre outros fatores:

  • A região e a frequência de descargas atmosféricas no local.
  • As dimensões da edificação e o seu entorno, como prédios vizinhos, árvores e relevo.
  • O tipo de ocupação e a quantidade de pessoas.
  • O conteúdo da edificação e as consequências de um dano, como risco de incêndio, perda de serviços essenciais ou de patrimônio.
  • As linhas de energia e de comunicação que entram no prédio.

O resultado mostra se o risco é aceitável ou se são necessárias medidas de proteção e, quando são, qual nível de proteção o sistema precisa ter.

Altura não é o único critério

Uma edificação baixa pode precisar de SPDA por causa do seu uso, do seu conteúdo ou da sua localização. E um prédio alto vizinho não protege automaticamente o seu imóvel: essa conclusão só pode vir da própria análise.

A análise também define o tipo de proteção

Quando o SPDA é necessário, a análise indica o nível de proteção, que orienta o dimensionamento dos captores, das descidas, do aterramento e da equipotencialização. Ela também pode apontar a necessidade de proteger os sistemas internos contra surtos, com dispositivos como o DPS.

E o Corpo de Bombeiros?

O SPDA está entre as medidas de segurança que podem ser exigidas para a edificação, e o atestado do sistema costuma fazer parte da documentação de regularização, tanto no Corpo de Bombeiros quanto em processos da Prefeitura de São Paulo. Por isso, a análise de risco e a documentação técnica precisam estar em ordem antes da renovação do AVCB.

Quando refazer a análise

  • Ampliação ou reforma que mude as dimensões ou o uso do prédio.
  • Instalação de novos equipamentos na cobertura, como antenas, placas solares ou casas de máquinas.
  • Mudança de ocupação.
  • Projeto antigo, feito com base em versões anteriores da norma.

Como a Itelligence pode ajudar

Desde 2004, a Itelligence Group atua com projeto, instalação, manutenção e laudos de para-raios em edificações de São Paulo. Fazemos a análise de risco conforme a ABNT NBR 5419, indicamos a proteção adequada e cuidamos da documentação para o AVCB. Fale com a gente pelo WhatsApp (11) 97335-9422 ou pelo formulário de contato.

Leia também o nosso artigo sobre para-raios e instalações elétricas em prédios.

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